terça-feira, 20 de novembro de 2018


Não se trata de ser preso ao passado,
Mas eu sinto saudades de tantas coisas boas que me aconteceram na vida!
Quantos risos espontâneos!
Abraços inesperados,
Beijos acalentados!
Diversões com coisas simples:
Banho de rio,
Cascatas,
Brincar de corre-corre,
Pega-pega,
Se esconder,
Amarelinha!
Baleado e até aquele futebol sem jeito!
Brincar de escorregadeira no barranco que existia no fundo de casa e
rasgando o velho calção feito de retalhos!
Comer manga verde,
Jamelão... Jaca verde, madura!
Comer caroço de jaca assado ou até mesmo cozido!
Brincar de cozinheiro!
Fazer comida pra família!
Saudades da velha casa de barro com dois quartos e nossas camas feitas em cima de andaimes
com algumas tábuas e velhas esteiras consumidas pelo mijo! (gargalhadas).
Que saudades!
Saudades de quando íamos dormir e ficávamos rindo bem baixinho debaixo daquelas cobertas "dorme bem" que na verdade dormíamos era mal porque elas espinhavam! (gargalhadas).
Que saudades!

Que saudades dos meus irmãos!
Que saudades da senhora, mãe!
Ah Meu Pai! Como descrever sua ausência, hein?
Saudades de quando a senhora dividia um ovo cozido em oito pedacinhos e distribua no nosso prato com um punhado de farinha, com sal, café e a velha pimenta, que só de lembrar engoli em seco de vontade de sentir o gosto da velha infância!
Não tínhamos muito, mas o pouco que tínhamos nos era suficiente porque vocês estavam conosco!
Que saudades até das surras que nós mesmos buscávamos quando ao invés de brincar, brigávamos!

Saudades, Saudades... SAUDADE!
Os tempos já não são os mesmos, mas tudo que vivemos ficaram eternizados em nossas memórias e cravados em nosso peito PRA SEMPRE!


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